quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Explorando a Música para o Bem-Estar Pessoal e Profissional no Viver Ciência 2023

No dia 13 de dezembro de 2023, durante o Viver Ciência, Marcos Thadeu Soares de Melo e Cleilson Rezende da Silva conduziram uma oficina inovadora intitulada "Explorando a Música para o Bem-Estar Pessoal e Profissional". O evento, parte integrante da Mostra Acreana de Educação Ciência e Tecnologia e Inovação, organizado pela Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes em colaboração com diversas instituições parceiras, visa promover ações inovadoras no cenário científico.

A oficina em questão revelou-se uma experiência enriquecedora, utilizando técnicas de musicoterapia para impactar positivamente o estado emocional dos participantes. A abordagem prática da oficina permitiu uma participação plena, com todos os presentes imersos na experiência musical.

Uma das conquistas notáveis da oficina foi a capacidade de reduzir o estresse e a ansiedade entre os participantes. Em um ambiente onde a ansiedade era palpável devido às expectativas em torno das demais atividades do evento, a música provou ser uma aliada valiosa. Os participantes expressaram uma sensação palpável de relaxamento, proporcionando um contraste notável em relação ao estado ansioso anterior.

A metodologia empregada incluiu não apenas a audição passiva, mas também a participação ativa dos presentes. Através de exercícios práticos, os participantes não apenas ouviram, mas cantaram e realizaram movimentos rítmicos corporais. Esta abordagem interativa não só enriqueceu a experiência, mas também estimulou a produção coletiva, destacando a importância da música como uma ferramenta para a coesão social e o bem-estar individual.

A oficina "Explorando a Música para o Bem-Estar Pessoal e Profissional" não apenas cumpriu seu propósito original, mas também se destacou como uma contribuição significativa para o Viver Ciência 2023. Além de oferecer uma pausa revigorante no meio das atividades científicas, demonstrou o poder transformador da música no contexto educacional e profissional.












Ficha Técnica da Oficina:

Facilitadores:
  • Marcos Thadeu Soares de Melo
  • Cleilson Rezende da Silva
Instituição de Ensino:
  • Universidade de Brasília (UNB)
Programa de Graduação:
  • Licenciatura em Música
Modalidade de Ensino:
  • Educação a Distância (EaD) - Programa UAB
  • Polo UAB Rio Branco
Data: 13 de dezembro de 2023

Local:
  • Viver Ciência, Mostra Acreana de Educação Ciência e Tecnologia e Inovação
  • Esc Instituto de Educacao Lourenco Filho
Título da Oficina:
Explorando a Música para o Bem-Estar Pessoal e Profissional

Metodologia:
  • Técnicas de musicoterapia
  • Abordagem prática e participativa
  • Atividades envolvendo canto e movimentos rítmicos corporais
Objetivos:
  • Influenciar positivamente o estado emocional dos participantes
  • Reduzir o estresse e a ansiedade
  • Promover relaxamento

Apoio:
  • Eliane Nascimento de Souza 

Organização do Evento:
Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes



segunda-feira, 3 de julho de 2023

Encerramento do Projeto "Sons, Ritmos e Canto no Compasso da Inclusão" promove arte e musicoterapia

Encerramento do Projeto "Sons, Ritmos e Canto no Compasso da Inclusão" promove arte e musicoterapia

Hoje, dia 03 de Julho de 2023, marcou o encerramento do projeto que teve início em 18 de julho de 2022. Coordenado pelo professor Luiz Morais, em parceria com o Dom Bosco, o projeto teve como objetivo principal promover a inclusão por meio da música e arteterapia.

Os professores Marcos Thadeu, Cleilson Rezende, Francieli Teixeira e Isa Silva desempenharam papéis fundamentais no projeto, guiando os alunos em suas jornadas musicais. Durante o encerramento, os alunos tiveram a oportunidade de mostrar na prática os instrumentos que eles mesmos criaram, tocando e executando músicas de diferentes estilos.

A arteterapia desempenhou um papel importante no projeto, proporcionando aos alunos a oportunidade de realizar trabalhos artesanais e artísticos. Na culminância do projeto, os instrumentos criados pelos alunos foram utilizados em uma sessão de musicoterapia, onde os ritmos executados pelos instrumentos que eles mesmos criaram proporcionaram uma experiência terapêutica única.

Durante a oficina, os alunos envolveram-se em atividades manuais, construindo instrumentos musicais e explorando sua criatividade. O projeto foi uma iniciativa do Polo Rio Branco da UAB/UNB, em parceria com o Dom Bosco, buscando promover a inclusão por meio da música e da arte.

O encerramento do projeto foi marcado por emoção e realização, demonstrando o poder transformador da música e da arte na vida dos alunos e reforçando a importância da inclusão em todos os aspectos da sociedade.




































Título: Encerramento do Projeto "Sons, Ritmos e Canto no Compasso da Inclusão"
Data de início: 18 de julho de 2022
Data de encerramento: 03 de julho de 2023
Professores:
  • Marcos Thadeu Soares de Melo
  • Cleilson Rezende da Silva
  • Wangley Richard Souza da Silva
  • Francieli Teixeira Freitas
  • Isa Silva Souza
Curso: Licenciatura em Música da UNB/UAB
Projeto: Sons, Ritmos e Cantos no Compasso da Inclusão
Local: Centro de Ensino Especial Dom Bosco, Rio Branco - Acre, Brasil
Apoio: Jorge Anzol
Coordenador do Projeto: Luiz Monteiro de Morais
Equipe Técnica: Nilzete Costa de Melo, Mauro Sérgio F. da Cruz e Paulo

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Oficina de Arteterapia e Construção de Instrumentos no Projeto de Inclusão Musical.

Hoje, dia 26 de junho, no Centro de Ensino Especial Dom Bosco, realizamos mais uma etapa no projeto "Sons, Ritmos e Canto no Compasso da Inclusão". Essa iniciativa é conduzida pelos acadêmicos Marcos Thadeu, Cleilson Rezende e Franciele Teixeira, do curso de Licenciatura em Música da UAB/UNB.

O projeto, coordenado pelo professor Luiz Morais em parceria com o Dom Bosco, conta com a mediação do professor regente Jorge Anzol. Nesta data, realizamos uma oficina dentro do projeto, levando a arteterapia aos alunos do Dom Bosco. Os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar, experimentar e desfrutar do fazer artístico por meio de atividades manuais, com o intuito de construir instrumentos musicais.

Esses instrumentos serão utilizados posteriormente para a criação de ritmos musicais, com o objetivo de explorar a dimensão musical e promover a expressão artística dos estudantes. A oficina proporcionou momentos de aprendizagem, socialização e inclusão, permitindo que os alunos com deficiência participassem ativamente do processo criativo.

Essa etapa do projeto, realizada no dia 26 de junho, representa mais um avanço importante no caminho da inclusão dos alunos do Dom Bosco. A música e a arte desempenham um papel fundamental nesse processo, permitindo que os estudantes desenvolvam habilidades motoras, bem como consigam se expressar de forma única, promovendo assim seu desenvolvimento integral.

A parceria entre a UAB/UNB, o Dom Bosco e os professores envolvidos tem sido fundamental para o sucesso e continuidade dessa iniciativa, que busca promover a inclusão e o bem-estar dos alunos por meio da música e da arte.










Título: Oficina de Arteterapia e Construção de Instrumentos no Projeto "Sons, Ritmos e Canto no Compasso da Inclusão"
Local: Centro de Ensino Especial Dom Bosco
Data: 26 de junho de 2023
Coordenação: Professor Luiz Morais
Mediador: Professor Regente Jorge Anzol
Acadêmicos responsáveis: Marcos Thadeu, Cleisson Rezende e Franciele Teixeira
Curso: Licenciatura em Música da UAB/UNB

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Sistemas de notação musical ao redor do mundo

Introdução:

A música é uma forma universal de expressão e comunicação, presente em todas as culturas e sociedades. A notação musical é uma forma de registrar e transmitir a música de geração em geração, permitindo que as obras sejam executadas com precisão e consistência. 

Embora a música seja uma forma de expressão universal que pode ser entendida e apreciada em todas as culturas, a notação musical e as convenções usadas para transmitir e executar a música variam significativamente ao redor do mundo. Essas diferenças refletem a diversidade e riqueza das tradições musicais de diferentes culturas e sociedades.

A notação musical é uma ferramenta importante para a preservação e transmissão da música, mas a forma como a música é notada e registrada varia de acordo com as tradições e convenções culturais.

Compreender essas diferenças pode ajudar a apreciar e respeitar as tradições musicais de diferentes culturas e sociedades, e pode enriquecer nossa compreensão e apreciação da música em geral.

A música é uma forma de arte e expressão presente em todas as culturas e sociedades, e a notação musical é uma ferramenta importante para registrar e transmitir essa música de geração em geração. No entanto, as formas como as culturas notam a música variam significativamente, refletindo suas próprias tradições e convenções.

Música ocidental

As notas musicais "Dó", "Ré", "Mi", "Fá", "Sol", "Lá" e "Si" são os nomes das notas no sistema de solfejo utilizado na tradição musical ocidental. Esse sistema é utilizado principalmente em países europeus e nas Américas, e é baseado no tratado do monge Guido de Arezzo.

Por outro lado, o sistema de notação musical que utiliza as letras do alfabeto, como "C", "D", "E", "F", "G", "A" e "B", é mais comum em países de língua inglesa e anglo-saxônica, como os Estados Unidos e o Reino Unido. Nesse sistema, cada nota é representada por uma letra, em vez de um nome específico como no solfejo.

Embora exista essa diferença de nomenclatura, as notas em ambos os sistemas são as mesmas e correspondem à mesma altura sonora. Portanto, é possível utilizar tanto o sistema de solfejo quanto o sistema de letras para notar a mesma música, desde que sejam feitas as devidas correspondências entre as notas.


Música clássica indiana

Em contraste, a música clássica indiana usa um sistema de notação chamado Sargam, que usa sete sílabas para nomear as notas musicais, "Sa", "Re", "Ga", "Ma", "Pa", "Dha" e "Ni". O Sargam é uma parte importante da tradição musical clássica indiana e é amplamente utilizado na música indiana tradicional.

Música árabe

Na música árabe, as notas são nomeadas com base em símbolos específicos, como "bayati", "sikah", "hijaz", "rast", "nisab" e "iraq". Esses nomes de notas refletem a tradição musical rica e distinta da cultura árabe.

Música japonesa

Na música japonesa, as notas são nomeadas usando caracteres japoneses específicos, como "I", "Ro", "Ha", "Ni", "Ho" e "He". Este sistema de notação reflete a rica tradição musical do Japão e sua cultura distinta.

Na música tradicional japonesa, existem vários sistemas de notação, mas um dos mais comuns é o "Kinko notation", também conhecido como "Kinko-ryu Shakuhachi notation", que é um sistema de notação musical para o instrumento de sopro japonês chamado shakuhachi.

O Kinko notation é baseado em símbolos específicos que são usados para representar a altura da nota, a duração, o ritmo e a entonação. As notas são representadas por círculos, que podem ter pequenos traços ou pontos para indicar diferenças de entonação. A duração é indicada por meio de linhas verticais, que representam a duração das notas. O ritmo é indicado por meio de barras horizontais, que separam as notas em unidades rítmicas. Além disso, o Kinko notation usa símbolos específicos para indicar técnicas de sopro, como vibrato e técnicas de articulação, como staccato e legato.

O Kinko notation é um sistema de notação musical relativamente complexo, que requer um conhecimento especializado para ser lido e interpretado corretamente. No entanto, é um sistema preciso e detalhado, que permite que os músicos toquem a música com precisão e sensibilidade.

Além do Kinko notation, existem outros sistemas de notação utilizados na música tradicional japonesa, como o "Hosei notation", o "Togi notation" e o "Tozan notation". Cada um desses sistemas tem suas próprias convenções e características, que refletem as diferentes tradições e estilos musicais do Japão.

Em resumo, o Kinko notation é um sistema de notação musical utilizado na música tradicional japonesa, que é baseado em símbolos específicos para representar a altura da nota, a duração, o ritmo e a entonação. Esse sistema de notação é um exemplo de como diferentes culturas desenvolveram sistemas de notação musicais únicos, que refletem suas próprias tradições e convenções musicais.

Música chinesa

Na música chinesa, a notação é baseada em caracteres chineses que representam a altura da nota e a duração. Além disso, cada caractere também indica a forma como a nota deve ser executada, como a intensidade, a articulação e o timbre.

Essa notação é chamada de Jianpu, que é uma forma simplificada de notação musical desenvolvida na China no início do século XX. O Jianpu é baseado em um sistema de números, em que cada número representa uma nota da escala diatônica.

Os caracteres chineses são usados para representar a altura da nota em relação à nota fundamental. Cada caracter representa uma altura específica e é colocado acima do número correspondente na partitura. Além disso, cada caractere também indica a forma como a nota deve ser executada, como a intensidade, a articulação e o timbre.

O Jianpu é um sistema de notação simples e fácil de usar, e é amplamente utilizado na música popular chinesa e na educação musical. No entanto, ele tem algumas limitações, já que não é tão preciso quanto a notação ocidental. Por exemplo, não há indicação de intervalos ou acordes, e a precisão das alturas das notas pode ser ambígua em alguns casos.

Outro sistema de notação musical usado na música chinesa é o Gongche notation, que é baseado em caracteres chineses que representam as notas da escala pentatônica. Esse sistema é mais antigo do que o Jianpu e é usado principalmente para a música folclórica chinesa.

Música africana

Na música africana, a notação musical é frequentemente baseada em símbolos que representam os diferentes instrumentos ou partes da música, bem como o ritmo e a entonação. Diferentes regiões e tradições musicais africanas podem usar sistemas de notação diferentes, mas muitos deles compartilham algumas características em comum.

Por exemplo, a música africana geralmente enfatiza o ritmo e a percussão, e muitos sistemas de notação são projetados para transmitir esses elementos da música. Em alguns sistemas de notação, os símbolos são usados para representar diferentes instrumentos de percussão e suas partes específicas na música. Isso permite que os músicos vejam como as diferentes partes se encaixam e trabalham juntas para criar o ritmo geral da música.

Além disso, a música africana frequentemente usa escalas e modos que são diferentes dos usados na música ocidental, e a notação pode refletir essas diferenças. Em alguns sistemas de notação, os símbolos são usados para indicar as notas ou intervalos específicos que são usados na música.

Outra característica comum da notação musical africana é a ênfase na entonação. Muitas tradições musicais africanas usam a entonação vocal de uma forma muito expressiva, com muitas inflexões e variações. Alguns sistemas de notação incluem símbolos que representam essas inflexões vocais, permitindo que os músicos executem a música com a entonação correta.

Em geral, a notação musical africana é frequentemente baseada em símbolos visuais que representam aspectos específicos da música, como os instrumentos, o ritmo e a entonação. Isso reflete a importância desses elementos na música africana e ajuda a transmitir a riqueza e complexidade da tradição musical africana para as gerações futuras.

Existem vários sistemas de notação musical em uso na África, e muitos deles têm nomes específicos associados às tradições musicais ou culturas que os usam. Por exemplo, o sistema de notação musical Akan, usado na música tradicional de Gana, é conhecido como "Kplo" ou "Kple" em alguns dialetos locais. O sistema de notação musical utilizado pelos músicos do Mali é chamado de "Niankorodougou". Cada tradição musical africana tem seus próprios símbolos e convenções notacionais que refletem a sua rica história cultural e musical.

Música folclórica irlandesa

Na música folclórica irlandesa, a notação musical é baseada em letras, mas essas letras são diferentes das usadas na música ocidental. O sistema de notação utilizado na música irlandesa é chamado de "tablatura", que usa letras do alfabeto para indicar notas e ornamentações musicais específicas. O sistema de tablatura irlandês é diferente dos sistemas de notação ocidentais, como a partitura, que usam símbolos específicos para indicar notas e outras características musicais.

A tablatura irlandesa usa letras maiúsculas e minúsculas para indicar diferentes notas musicais. As letras maiúsculas representam as notas básicas, enquanto as letras minúsculas são usadas para indicar diferentes ornamentações e variações melódicas, como bends, cuts e rolls. Isso permite que os músicos da música irlandesa transmitam a sensação de uma música de forma mais precisa e detalhada do que seria possível apenas com notas básicas.

Além disso, a música irlandesa frequentemente enfatiza a ornamentação e a variação melódica, e o sistema de tablatura ajuda a transmitir esses elementos da música com precisão. A tablatura irlandesa permite que os músicos vejam e entendam como as ornamentações e variações são usadas para dar vida à música e transmitir a emoção e a sensação que são centrais para a música irlandesa.

Em resumo, o sistema de notação da música folclórica irlandesa é baseado em letras, mas usa essas letras de uma maneira muito específica para transmitir notas, ornamentações e variações melódicas. Essa notação ajuda a preservar a riqueza e a complexidade da música irlandesa e permite que os músicos transmitam a música de forma precisa e fiel às gerações futuras.

o sistema de notação utilizado na música folclórica irlandesa é conhecido como tablatura irlandesa ou "Irish notation". Esse sistema é uma forma de notação musical específica da música irlandesa, que usa letras para representar notas e ornamentações musicais. A tablatura irlandesa é amplamente utilizada por músicos de música tradicional irlandesa em todo o mundo.

Música medieval europeia (neumas)

Na Idade Média, a notação musical era bem diferente do que estamos acostumados atualmente. O sistema de notação mais utilizado na época era o das neumas, que consistiam em símbolos que indicavam a melodia, mas não a altura precisa das notas.

As neumas eram usadas principalmente para a música vocal, que era a forma dominante de música na época. Os cantores treinados conseguiam determinar a altura das notas com base no registro e na relação entre as notas, mas a notação em si não indicava a altura exata das notas.

Com o tempo, as neumas evoluíram e foram se tornando mais complexas, incluindo símbolos para indicar variações de altura e ritmo. No entanto, a notação ainda era bastante limitada em comparação com os sistemas de notação mais modernos.

Foi somente a partir do século XVII que a notação musical ocidental começou a se aproximar mais do que temos hoje em dia. O sistema de notação atual, com pautas, claves e símbolos para indicar a altura e duração exatas das notas, foi desenvolvido ao longo dos séculos seguintes e ainda é usado em grande parte da música ocidental atual.

Esses são apenas alguns exemplos de como diferentes culturas desenvolveram seus próprios sistemas de notação musical, refletindo suas tradições e convenções musicais únicas. Cada sistema de notação tem suas próprias regras e convenções, e é importante entender essas diferenças para apreciar e executar corretamente a música dentro de sua respectiva tradição.

Em resumo, a música é uma forma universal de expressão e comunicação, mas as diferentes culturas desenvolveram seus próprios sistemas de notação musical distintos, refletindo suas próprias tradições e convenções. Compreender essas diferenças é importante para a apreciação e execução corretas da música dentro de sua respectiva tradição cultural.

Conclusão:

Em conclusão, a música é uma forma universal de expressão e comunicação, presente em todas as culturas e sociedades ao redor do mundo. A notação musical é fundamental para a preservação e transmissão da música de geração em geração. No entanto, os sistemas de notação são bastante diversos e variam de acordo com a cultura e a tradição em que se desenvolveram.

Os sistemas de notação musical refletem as convenções e tradições musicais de cada cultura, bem como as diferentes formas de compreensão e comunicação da música. Alguns sistemas de notação são baseados em caracteres chineses, outros em letras ou símbolos específicos para a altura, duração, ritmo e entonação.

Em última análise, a variedade de sistemas de notação musical ao redor do mundo mostra a riqueza e a diversidade da música em diferentes culturas. Ao aprender sobre diferentes sistemas de notação, podemos aprofundar nossa compreensão e apreciação da música como uma forma de arte e comunicação.


Melo, M.T.S, Sistemas de notação musical ao redor do mundo. 2023


marcosthadeu.melo@gmail.com




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Tum - Pá - Barbatuques

         O jogo do tumpá é uma técnica de percussão corporal desenvolvida pelo grupo Barbatuques, fundado em 1995 no Brasil. A técnica é baseada no uso do corpo como instrumento musical, onde diferentes partes do corpo são utilizadas para produzir diferentes sons. O nome "tumpá" se refere aos dois movimentos básicos que são utilizados como base para toda a técnica: "tum" é o som produzido pelo pé batendo no chão, enquanto "pá" é o som produzido pela palma da mão batendo no próprio corpo ou em outro objeto. 

Os participantes são instruídos a seguir uma série de combinações de movimentos, que incluem também o uso de outras partes do corpo, como coxas, abdômen e tórax, para produzir diferentes sons e ritmos. O jogo do tumpá também inclui o uso de canto, onde os participantes são instruídos a criar melodias e letras que sejam repetidas nos movimentos corporais. 

É uma atividade muito divertida e interativa, que promove a expressão corporal e a criatividade. Além disso, o jogo do tumpá pode ser adaptado para diferentes níveis de habilidade e idade, tornando-se uma atividade acessível para todos os participantes. Ainda é importante ressaltar que o jogo do tumpá é uma atividade muito eficaz para trabalhar a coordenação motora, o ritmo e a sincronia, além de auxiliar no desenvolvimento da percepção auditiva e musical. 

De acordo com Fernando Barba, do grupo Barbatuques, o jogo do tumpá é uma forma de explorar as possibilidades do corpo como instrumento musical e de desenvolver a criatividade e a expressão corporal dos participantes. Ele também destaca que a técnica pode ser utilizada em diferentes contextos, como educação, terapia e performance. 

 

Referências: 

BARBATUQUES. Corpo do som ao vivo: body music. São Paulo: MCD WORD MUSIC, 2007. 1 DVD (92 min.), digital estéreo, áudio 2.0 e 5.1. 

BARBATUQUES. Tum Pá. São Paulo: MCD WORD MUSIC, 2012. 1 CD (48:15 min), digital estéreo. 

BARBA, Fernando. O corpo do som: experiências do Barbatuques. Música na educação básica, v. 5, n. 5, 2017.< http://abemeducacaomusical.com.br/revistas_meb/index.php/meb/article/view/139/61> 

 

 

 
 

Jogo do Tum - Pá 

1.  

TUM - PÁ 

TUM - TUM - PÁ 

TUM - TUM - PÁ - PÁ 

TUM - TUM - PÁ (BIS) 

 

2.  

TA - CA, TA - CA 

TE - KE, TE - KE 

TO - CO, PA  

 

TA - CA, TA - CA 

TE - KE, TE - KE 

TO - CO, PIX! 

 

3. 

TA - CA, TA - CA 

TE - KE, TE - KE 

TO - CO, PA  

 

- - CA, - CA 

PÁ - PÁ 

Explorando a Música para o Bem-Estar Pessoal e Profissional no Viver Ciência 2023

No dia 13 de dezembro de 2023, durante o Viver Ciência, Marcos Thadeu Soares de Melo e Cleilson Rezende da Silva conduziram uma oficina inov...